Peninha, Chavez e a patrola no Gre-Nal
Assim como o Peninha não é um compositor de apenas uma canção (Sozinho), eu também não sou blogueiro de um artigo ou post, conforme provocação do ‘Mil Nomes’.
O ‘Mil Nomes’ incha o meu ego. Dá a impressão de que tem um monte de gente lendo este blog.
Provocado por ele e também depois de conferir a minha última manifestação aqui (20 de fevereiro), percebendo também que o ‘Mil Nomes’ escreve mais do que eu no meu território, decidi agir.
Sei que ele tem adoração pelo Hugo Chavez (tem um tipo de gente que idolatra farsantes só porque eles atacam os EUA), e fiquei imaginando se ele inventa de se armar e tomar posse deste território, como o seu ídolo de barro pensa em fazer no continente, sob o olhar complacente de seu outro ídolo, o barbudinho de Brasília.?
Agora, o que faz uma provocação! Ando meio sem tempo de escrever aqui, mas me provocaram também na redação do CP, ontem à noite. A Mariana Oselame, uma das juventudistas que ajuda a lotar a Kombi onde cabe toda a torcida do seu clube (brincadeirinha), me sugeriu um assunto: a iminência de uma guerra na América Latina.
Pensei cá com meus botões e consultei o Alfredo, o meu cardeal (licenciado pelo Ibama) agora pela manhã, depois de suborná-lo com uma dose generosa de ração e suas frutas preferidas.
Ele cantalorou freneticamente. Cardeais cantam freneticamente.
Juntos, formulamos a seguinte questão (eu tenho minhas nóias): quem ganha com um conflito na região? Os EUA. Quem perde? Nós.
Mas eu não entendo disso, meu negócio é futebol.
Na coluna que está no ar hoje, tem uma provocação. Depois de tanto ser provocado, reagi (o ataque é a melhor defesa, dizem).
Escrevi que o Inter, hoje, com o esquema que está usando, patrolaria o Grêmio (com o esquema alegre do Celso Roth).
Fiz de propósito. Penso assim mesmo, mas sei que é uma ousadia escrever num espaço tão lido que um time vai patrolar outro, principalmente quando se trata de Gre-Nal.
Nas primeiras horas da manhã já havia recebido uns 30 emails, a maioria de gremistas me xingando, outros argumentando educadamente e educadamente me chamando de colorado, e por aí vai.
Na reta final da minha participação anual na coluna, eu não me contive. Tinha de mexer com esse fanatismo.
Mais ou menos como fiz no ano passado, quando revelei que tenho origem gremista.
Aliás, curioso. Até a coluna de hoje apenas dois leitores me escreveram para me xingar, um de gremista outro de colorado.
Agora, com a coluna de hoje, o ‘colorado’ está ganhando de goleada.
O Inter está patrolando o Grêmio.
Escrito por Ilgo Wink às 09h40
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